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TI híbrida proporciona agilidade e economia na estrutura da empresa

TI híbrida proporciona agilidade e economia na estrutura da empresa

Estratégias híbridas, que vinculam serviços físicos de TI com serviços na nuvem, são o caminho para a evolução da TI.

A TI híbrida, como o próprio nome diz, é uma TI que, por uma série de fatores, tem desdobramentos de serviços tanto no físico – servidores e data centers –, como na nuvem. A transferência de parte da infraestrutura de serviços para a nuvem, paralelamente à manutenção de alguns serviços fundamentais no local, ocorre em ritmo crescente para suprir a necessidade de deixar a TI mais ágil e eficiente, além de gerar economia para a empresa.

Segundo Juan Carlos Gomez, Consultor Sênior em Eficiência e Gestão de TI da Inmetrics, a TI híbrida é um canal de saída de economia de custos, pois permite escalabilidade, redução de custos, além de flexibilidade com relação à infraestrutura. “Se uma empresa precisa de aumento de hardware em sua TI física, ela necessita de um tempo extenso para buscar fornecedores, fechar orçamentos, esperar a entrega e agendar instalação. Já na nuvem, isso acontece em uma velocidade maior, por conta da agilidade na contratação dos novos serviços. E essa instalação em tempo real representa economia, uma vez que a companhia não fica com a área parada, à espera da solução do problema”, diz, lembrando que os serviços de infraestrutura de TI na nuvem são uma saída economicamente mais viável.

 

Mercado cauteloso

Apesar de a nuvem movimentar atualmente um mercado bilionário – só no Brasil, em 2016, o mercado de nuvem para pequenas e médias empresas movimentou US$ 6,6 bilhões, segundo o estudo Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker –, é preciso ter cautela antes de entregar à nuvem toda a TI. “Ainda existe muita incerteza em confiar dados estratégicos e sigiloso à nuvem. Some-se a isso questões de segurança e compliance exigidas por uma companhia ou por seus parceiros e clientes”, afirma Juan, prevendo também um problema de gestão de níveis de serviço, já que, na nuvem, é preciso gerir ambientes com diferentes fornecedores. “Esse cenário está fazendo com que até o perfil do profissional de TI seja outro, com uma visão mais ampla de gestão.”

Prova dessa cautela foram os resultados obtidos no relatório “A Evolução da TI Híbrida”, feito pela SolarWinds, em 2016. Quase todos (98%) os profissionais de TI brasileiros pesquisados dizem que a adoção de tecnologias de nuvem é importante para o sucesso dos negócios da organização a longo prazo – quase um terço (31%) diz que é extremamente importante.

Porém, na contramão, apenas 43% estimam que metade ou mais da infraestrutura de TI total de suas organizações estará na nuvem dentro dos próximos três a cinco anos. Mas já é um passo.

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O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia que, até 2020, empresas que não utilizam computação em Nuvem serão tão raras quanto as que hoje não utilizam Internet.

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