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O que você já deveria saber sobre User Experience (UX)

Cada vez mais empresas estão aprendendo que, para se manterem competitivas, é preciso investir em User Experience (UX) – ou, em bom português, a experiência do usuário. Quando bem aplicado, o conceito pode impulsionar e aperfeiçoar a criação e a inovação de produtos, sites, aplicativos e até de campanhas publicitárias.

UX pode ser definido como a “percepção e as respostas de uma pessoa diante do uso de um produto, sistema ou serviço”. Ou, simplificando, UX trata da jornada do usuário e de como ele se sente em relação a cada interação que tem com o que está à sua disposição no momento em que utiliza um produto como, por exemplo, um aplicativo.

Essa pesquisa do usuário, porém, engloba diversos tópicos – que dificilmente se sustentam sozinhos. Entre eles, se aquele produto é utilizável, desejável, acessível, confiável , localizável e, obviamente, útil.

Esses elementos não apenas guiam o design de uma ótima jornada do usuário, mas também são referências de como testamos, pesquisamos e medimos os conceitos aplicados em UX para definir uma experiência boa ou ruim. Deixar de fora um (ou mais de um) desses princípios significa que você poderá falhar na busca pela melhor jornada do usuário.

Imagine que você está comprando um bilhete de avião pela internet. O site é ótimo, os voos eram fáceis de serem pesquisados e as tarifas eram claramente exibidas. Você foi capaz de encontrar facilmente o que precisava e a sua experiência foi tranquila e agradável. E então você tenta reservar o seu voo, mas o processo é confuso e, quando chega a hora de inserir suas informações de pagamento, você não se sente confiante com a companhia aérea e começa a questionar sua compra. Até que desiste dela.

A diferença entre a interface do usuário (UI) e a experiência do usuário (UX)

Não podemos falar sobre User Experience sem mencionar o conceito de User Interface (UI). Até porque, os dois geralmente se confundem. No entanto, há diferenças e, para explicar, usemos o corpo humano como analogia. Nesse caso, os ossos que os sustentam seriam como códigos ; o UX, tudo o que há internamente e que faz com que o corpo funcione de maneira perfeita; e o UI, os elementos externos que fazem com que um corpo pareça bonito.

Assim, o conceito de User Interface é focado em como um produto se parece, no design visual, na ergonomia e no comportamento dos componentes presentes na interface. Uma vez que os dois campos, UX e UI, interagem intimamente e são muitas vezes incompreendidos, diversas empresas perdem o benefício de ter profissionais dedicados e entendidos em ambas as áreas – algo que é fundamental para otimizar a experiência do usuário.

O futuro do UX

A boa notícia é que o UX chegou para ficar. As organizações começaram a perceber a importância das impressões e do feedback de seus clientes sobre suas marcas e sabem que projetar uma ótima experiência é a melhor maneira de criar confiança e fidelidade. Além disso, à medida que os padrões para a jornada do usuário crescem, os clientes se acostumam com experiências melhores e se tornam menos tolerantes às ruins.

Isso significa que a prática do UX está se expandindo. Como resultado, as organizações estão mudando a maneira como pensam e agem a respeito do tema e integrando essas práticas em equipes multifuncionais, que incluem profissionais de diversas áreas, como, por exemplo, marketing, design e vendas.

Assim, já não é o suficiente ter apenas um site com um design arrojado. Se o seu aplicativo, seus serviços e até sua presença fora do meio virtual não forem tão impressionantes, seus clientes, cedo ou tarde, perceberão.

Escrito por Aloysio de Souza, UX Designer na Inmetrics.

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